GRÃO DE AREIA

NATO/OTAN – Cimeira de Lisboa

Posted in Notícias by Artemisa on 30 de Novembro de 2010

Numa cimeira considerada histórica, os líderes de Estado e de Governo dos aliados da Aliança Atlântica, reuniram em Lisboa rodeados de um enorme e necessário esquema de segurança.

Novo Conceito Estratégico

O documento aprovado, com 11 páginas, diz que a NATO se mantém como uma aliança nuclear, que o princípio da defesa colectiva é o seu principal objectivo e que a organização vai continuar com a política de porta aberta a novos membros.

As principais linhas do novo conceito estratégico da NATO:

– Confirma o princípio de defesa colectiva. Esta permanece a primeira e maior responsabilidade da NATO;
– Afirma o compromisso com a prevenção de crises, a gestão de conflitos e a estabilização pós-conflito, trabalhando mais de perto com a ONU e UE;
– A Aliança mostra abertura a trabalhar com parceiros em todo o mundo;
– A NATO compromete-se com o objectivo de criar condições para um mundo livre de armas nucleares, mas ao mesmo tempo a NATO mantém-se como uma aliança nuclear;
“Enquanto existirem armas nucleares, a NATO permanece uma aliança nuclear”;
– O documento refere que a organização mantém a sua política de porta aberta a futuros membros;
– A Aliança compromete-se a fazer reformas e a tornar-se mais eficaz e flexível, para que os contribuintes tenham o máximo de segurança pelo dinheiro que investem em Defesa.

O documento identifica como ameaças da NATO:

– proliferação de mísseis balísticos e de armas nucleares;
– terrorismo e o uso de armas nucleares, biológicas e químicas por grupos extremistas;
– tráfico de armas, droga e de seres humanos;
– Ciber-ataques;
– ameaças à segurança energética e ao abastecimento energético;
– alterações climáticas, escassez de água, escassez energética;

No conceito estratégico os países da NATO aceitam a extensão de um sistema de defesa antimíssil às suas populações e territórios:

“Vamos desenvolver a capacidade de defender as nossas populações e territórios contra ataques com mísseis balísticos como um elemento central da nossa defesa colectiva, que contribui para a segurança indivisívil da Aliança. Vamos procurar activamente a cooperação da Rússia e de outros parceiros euro-atlânticos na defesa antimíssil” – Anders Fogh Rasmussen, Secretário geral da NATO

Anders Fogh Rasmussen , Secretário Geral da NATO

No capítulo das parcerias o conceito diz o seguinte sobre a Rússia:

“A cooperação NATO-Rússia é de importância estratégica porque contribui para a criação de um espaço de segurança comum, estabilidade e segurança. A NATO não é uma ameaça à Rússia. Pelo contrário: queremos ver uma verdadeira parceria estratégica entre a NATO e Rússia e agiremos em concordância, com a expectativa de que haja reciprocidade da parte da Rússia”.

A Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN ou NATO), por vezes chamada Aliança Atlântica, é uma organização internacional de colaboração militar estabelecida em 1949 em suporte do Tratado do Atlântico Norte assinado em Washington a 4 de Abril de 1949. A organização foi criada em 1949, no contexto da Guerra Fria, com o objectivo de constituir uma frente oposta ao bloco socialista, que, aliás, poucos anos depois lhe haveria de contrapor o Pacto de Varsóvia, aliança militar do leste europeu.

Desta forma, a OTAN tinha, na sua origem, um significado e um objectivo paralelos, no domínio político-militar, aos do Plano Marshall no domínio político-económico. Os estados signatários do tratado de 1949 estabeleceram um compromisso de cooperação estratégica em tempo de paz e contraíram uma obrigação de auxílio mútuo em caso de ataque a qualquer dos países-membros.

Com o desmoronamento do Bloco de Leste no final dos anos 1980, surgiu a necessidade de redefinição do papel da OTAN no contexto da nova ordem internacional, pois o motivo que deu origem ao aparecimento da organização e o objectivo que a norteou durante quatro décadas desapareceram subitamente.

A organização dedicou-se, pois, a esta nova tarefa, com o objectivo de se tornar o eixo da política de segurança de toda a Europa (isto, é considerando também os países que antes formavam o bloco adversário) e América do Norte. Assim, começou a tratar-se do alargamento a leste (considerando, nomeadamente, a adesão da Polónia, da Hungria e da República Checa) e, em 1997, criou-se o Conselho de Parceria Euro-Atlântica, um órgão consultivo e de coordenação onde têm também assento os países aliados da NATO, incluindo os países da Europa de Leste o que desagrada à Rússia ao ver afastar-se da sua esfera de influência.

Em Março de 1999, formalizou-se a adesão da Hungria, Polónia e da República Checa, três países do antigo Pacto de Varsóvia. Em Março de 2004 aderiram a Bulgária, Estónia, Letónia, Lituânia, Roménia, Eslováquia e a Eslovénia. No dia 1 de Abril de 2009 aderiram à Organização a Albânia e a Croácia.

Com a queda do Muro de Berlim e desintegração do Pacto de Varsóvia, foi criado o Conselho de Cooperação do Atlântico Norte (CCAN) na sede da OTAN em Setembro de 1991 como fórum para o debate e promoção das questões de segurança, quer para os membros da OTAN quer para os antigos adversários da Aliança. Após os ataques terroristas de 11 de Setembro de 2001, foi criado, em Maio de 2002, o Conselho OTAN-Rússia. Este órgão, que substituiu o Conselho Conjunto Permanente, trabalha na base do consenso e inclui todos os membros da OTAN e a Rússia como parceiros em pé de igualdade.

Membros Fundadores

  • Bélgica, Canadá, Dinamarca, Estados Unidos, França, Islândia, Itália, Luxemburgo, Noruega, Países Baixos, Portugal e Reino Unido (4 de Abril de 1949).
Adesões durante a Guerra Fria
  • Grécia e Turquia (18 de Fevereiro de 1952), Alemanha Ocidental (9 de Maio de 1955) e Espanha (30 de Maio de 1982).
Adesões de países do antigo bloco de leste
  • Alemanha Oriental (reunificada com a Alemanha Ocidental, 3 de Outubro de 1990), República Checa e Polónia (12 de Março de 1999), Bulgária, Eslováquia, Eslovénia, Estónia, Letónia, Lituânia e Roménia (29 de Março de 2004), Albânia e Croácia (1 de Abril de 2009).

██ Estados membros da OTAN ██ Países da Parceria para a Paz  ██ Países do Diálogo Mediterrâneo Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:NATO_Partners.png

Portugal na OTAN

“Portugal encara o ambiente estratégico em que se insere de acordo com os seus interesses, como resultado das responsabilidades decorrentes da condição de Nação alicerçada em 900 anos de História e tendo em conta as obrigações como Estado-membro das Nações Unidas, da União Europeia, da Organização do Tratado do Atlântico Norte e da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.

O Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama passa revista à Guarda de Honra do Presidente da República, Cavaco Silva

No domínio da Segurança e Defesa Portugal considera as Nações Unidas como fonte de legitimação de todas as intervenções militares e a União Europeia, a OTAN e a CPLP como espaços essenciais da nossa responsabilidade e acção. Portugal assume um total cometimento dos interesses e responsabilidades inerentes à convergência internacional para a Paz, Estabilidade e Desenvolvimento.
Nos anos mais recentes Portugal tem estado activamente envolvido nestes esforços, nomeadamente com o contributo das Forças Armadas. Esta situação é uma consequência do entendimento de que a Segurança e Defesa têm sido essenciais para manter o Bem-estar e o progresso das sociedades, sendo a Segurança um valor a construir tanto internamente como externamente. Neste quadro, assume especial significado a coexistência da manutenção do empenhamento das Forças Armadas, por um lado num quadro de Segurança Colectiva (Artigo 5º do Tratado da OTAN) e por outro, numa postura de Segurança Cooperativa com uma perspectiva global de intervenção baseada em modelos de comprehensive approach, focalizada na pessoa humana e agindo de modo coordenado e convergente pelo reforço das instituições com um forte envolvimento das Forças Armadas.”

 

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Sismo e Erupção Vulcânica na Indonésia

Posted in Notícias by Artemisa on 27 de Outubro de 2010

Um abalo de magnitude 7,7 ocorreu segunda-feira à noite no mar, a 14,2 quilómetros de profundidade, ao largo da costa ocidental da Indonésia. Algum tempo depois, uma onda com três metros de altura atingiu as aldeias costeiras no remoto arquipélago de Mentawai. Segundo testemunhas, a vaga gigante chegou a penetrar 600 metros por terra adentro.

A zona em causa está localizada a 240 quilómetros a oeste de Bengkulu, na ilha de Sumatra, e a 280 quilómetros a sul de Padang, numa região muito frequentada por turistas. A linha de fractura sísmica onde se deu o tremor foi a mesma que em 2004 provocou o gigantesco tsunami do Oceano Índico que matou 230.000 pessoas em mais de uma dezena de países.

Localização do Arquipélago de Mentawai

Fonte: http://earthobservatory.nasa.gov/NaturalHazards/view.php?id=46607

A coincidir com o sismo e tsunami de ontem está um acumular de pressão no vulcão do monte Merapi, considerado o mais volátil da Indonésia.

Nos últimos dias o Vulcão tem vindo a crescer de actividade, pelo que as autoridades de Jakarta elevaram o nível de alerta e procederam à evacuação de várias aldeias situadas no sopé da montanha.

A última erupção do monte Merapi foi em 2006. Duas pessoas morreram então, vitimadas por uma avalancha de rocha e gases incandescentes. Em 1994 uma erupção semelhante tinha provocado 60 mortos e uma outra, em 1930, fez, pelo menos, 1300 vítimas mortais.

Monte Merapi, Indonésia

O número de mortos, feridos e desaparecidos tem vindo a aumentar, contudo será difícil calcular o seu número correcto devido ao mau tempo que se verifica na região que tem dificultado o acesso ao local e, consequentemente, a ajuda às vítimas por parte das equipas de salvamento.

11 de Setembro, 2001: O Dia Que Mudou o Mundo

Posted in Notícias by Artemisa on 11 de Setembro de 2010

O dia 11 de Setembro de 2001 foi o dia, considerado por muitos, mais marcante da História recente mundial, alterando comportamentos diários no mais comum dos cidadãos.

Estamos mais atentos, desconfiados, alertas e qualquer comportamento fora do que consideramos normal da pessoa que se senta ao nosso lado no metro, no autocarro, no comboio, no avião,… nos faz, inevitavelmente, lembrar de alguma forma este dia e todos os  outros em que ouvimos nas notícias relatos de mais assassinatos perpetrados por radicais desta ou daquela facção religiosa.

Num mundo cada vez mais globalizado será um exagero esta desconfiança? Saberemos nós distinguir aquela pessoa que nos poderá fazer mal? Se assim é, porque não conseguiram até agora todos aqueles que morreram à mercê destas assassinos travá-los?

Muitas “teorias da conspiração” surgiram à volta deste dia que mais parecem tiradas de um qualquer filme de ficção científica que seria, com certeza, recorde de bilheteira no dia da estreia, não tenho condições para fazer uma avaliação às mesmas mas sei que aos que perderam a sua vida na sequência directa deste atentado, juntam-se-lhes muitos outros no seguimento deste…

Estará o mundo mais seguro? Talvez, nem que mais não seja pela atenção que hoje temos sobre aqueles que entendem o mundo ocidental, leia-se Estados Unidos da América, como o alvo a abater a qualquer custo, até com a própria vida!

Eu morreria por aqueles que amo não por aqueles que “odeio”.

Independentemente da religião que se pratique hoje é dia de lembrar as vítimas.

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Mapa Mundial dos Incêndios em Tempo Real

Posted in Notícias by Artemisa on 11 de Agosto de 2010

A Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação lançou hoje uma plataforma online que monitoriza os incêndios à escala global através de informação de satélite. O acesso é gratuito e disponibiliza os focos de incêndio 2h30 depois do seu início e permite aos utilizadores receber alertas por email nas áreas específicas afectadas pelos incêndios.

The Global Fire Information Management System, foi desenvolvido com a colaboração da Universidade de Maryland (E.U.A.) e agrega informação enviada pelos satélites norte-americanos controlados pela NASA.

Para consultar o mapa clique aqui.

Novo olhar sobre o Sol

Posted in Notícias by Artemisa on 23 de Abril de 2010

“Lançado a 11 de Fevereiro pela agência espacial norte-americana, o Observatório da Dinâmica Solar da NASA é o observatório tecnologicamente mais avançado que alguma vez foi colocado no espaço para espreitar o Sol. Anteriormente só se conseguiam obter imagens de alta resolução de pequenas porções da sua superfície, agora o SDO (as iniciais em inglês do observatório) consegue fazê-lo de todo o disco solar.

Manter sob olho as tempestades solares — que perturbam os campos electromagnéticos na Terra—é um objectivos deste observatório, que quer compreender como funciona o Sol.”

Ampliação extrema de uma imagem ultravioleta de alta definição do sol tirada pelo SDO (Solar Dynamics Observatory) a 30 de Março de 2010. As diferentes cores mostram as diferentes temperaturas dos gases. Vermelhos relativamente frios (cerca de 60000 Kelvin, 107540 F , aproximadamente 60000 C); azuis e verdes mais quentes (superior a 1 milhão Kelvin, ou 1799540 F, aproximadamente 1000000 C). Fonte: NASA/Goddard/SDO AIA Team

Para mais informações é possível consultar o site da NASA, para tal clique aqui.

Cimeira Nuclear de Washington, 2010

Posted in Notícias by Artemisa on 18 de Abril de 2010

Os grandes instrumentos da remodelação do equilíbrio de forças na arena internacional no pós-guerra fria e da hegemonia norte-americana no Mundo foram a capacidade de projecção de força e a sofisticação crescente do arsenal convencional, e não o potencial nuclear estratégico. Ao mesmo tempo, as novas tecnologias bélicas e a pressão dos media e da opinião pública amadureciam uma cultura da guerra (“guerra limpa”, paradigma dos “zero mortos”) que repudia as destruições em larga escala e as baixas humanas maciças.

Neste sentido, a comunidade internacional pretende abrir caminho para um controlo do material nuclear (não protegido) num tempo determinado e com um programa de trabalho específico e, foi assim que decorreu, nos passados dias 12 e 13 de Abril, na capital federal norte-americana a “Nuclear Security Summit”, onde quase meia centena de líderes assumiram como seu o objectivo de garantir a segurança dos materiais nucleares vulneráveis, reforçando nos próximos quatro anos os centros de produção ou de armazenamento a fim de impedir o roubo ou a compra de matérias sensíveis. Da cimeira de Washington saiu ainda um compromisso de reforçar os meios da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA).

O chefe do Governo israelita, Benjamin Netanyahu, decidiu não participar na conferência sobre segurança nuclear, face aos rumores de que o Egipto e a Turquia pretendiam instar o Estado judaico a assinar o Tratado de Não Proliferação Nuclear.

Estados Unidos e Israel vivem um período de especial fricção diplomática, depois da visita de Netanyahu à Casa Branca no passado mês de Março, onde discutiu com o Presidente norte-americano, Barack Obama, o emperrado processo de negociações de paz israelo-palestinianas.

Este empenho traduziu-se mesmo nalgumas pequenas vitórias. A Ucrânia decidiu abdicar dos seus stocks de urânio enriquecido. A Rússia propõe-se encerrar o seu último reactor de produção de plutónio para fins militares, e russos e americanos prometem reconverter grandes quantidades de plutónio destinado a armas nucleares, dando enfim cumprimento a um acordo de 2000, e entretanto esquecido.

O encontro mais esperado da cimeira foi entre o presidente americano e Hu Jintao, presidente da China, de quem Obama necessitava apoio no sentido de reformar as sanções contra o programa nuclear iraniano. A abstenção da China, enquanto membro permanente do conselho de segurança, poderá determinar a não aplicação de nova sanções ao Irão.

Fonte: Paresh Nath, «The Khaleej Times»

A cimeira ganha ainda relevância por se realizar depois da assinatura do Novo Start entre EUA e Rússia em que os dois países se comprometem a reduzir os arsenais nucleares.

Nem o Irão, nem a Coreia do Norte foram convidados para o encontro.

Fonte: Paresh Nath, «The Khaleej Times»

Dia Mundial da Água

Posted in Notícias by Artemisa on 22 de Março de 2010

Cartaz Oficial em Português do Dia Mundial da Água

Foi em 1993 que as Nações Unidas instituíram  um dia Internacional dedicado à água, com o intuito de alertar a população mundial para um correcto, equilibrado e eficiente uso de um bem, considerado pela maioria, como um recurso renovável mas que se torna, cada vez mais, um bem raro, caro e de qualidade escassa, a que ainda muitos (infelizmente), não têm acesso.

No seguimento das comemorações do Dia Internacional da Água “a  Comissão Europeia publicou, hoje, um relatório sobre o desempenho dos Estados-Membros da União Europeia na implementação da Directiva-Quadro no domínio da água. O objectivo desta directiva é garantir um bom nível de qualidade da água em todos os rios, lagos, estuários, águas costeiras e águas subterrâneas da União Europeia até 2015. Embora os resultados do relatório não sejam totalmente claros, é óbvio que Estados-Membros devem desenvolver mais esforços para alcançarem o objectivo da directiva. Contudo, a Comissão está convicta de que é possível atingi-lo até 2015. A Comissão lança hoje igualmente o Sistema de Informação sobre a Água para a Europa.

Sistema de Informação da Água para a Europa

Trata-se de um portal Web desenvolvido em conjunto com a Agência Europeia do Ambiente que reúne uma vasta gama de dados relativos à água em toda a União Europeia”.

Os dados da Organização Mundial de Saúde relativos ao acesso mundial à água potável e saneamento básico, são assustadores…mais de 1 bilião de pessoas não têm acesso a um sistema de água potável e cerca de 2,6 biliões, não têm qualquer ligação a um sistema de saneamento básico. As regiões que registam maiores problemas e dificuldades a estes níveis, são também aquelas que apresentam um menor índice de desenvolvimento – África, Ásia, América Latina e Caraíbas.

Percentagem de população mundial, com acesso a água potável, em 2002

Fonte: World Health Report (WHO, 2004) in WWDR2, 'Water, a shared responsibility' (UNESCO-WWAP, 2006)

Percentagem de população mundial, com acesso a saneamento básico, em 2002

Fonte: World Health Report (WHO, 2004) in WWDR2, 'Water, a shared responsibility' (UNESCO-WWAP, 2006)

Cabe a cada um de nós, enquanto cidadãos do mundo que se quer cada vez mais responsável pelos seus actos, decidir o mundo que quer deixar aos nossos filhos e netos.

Para mais informações:

Directiva-Quadro no domínio da água

http://ec.europa.eu/environment/water/water-framework/index_en.html

Sistema de Informação sobre a Água para a Europa

http://water.europa.eu

Conferência Europeia sobre a Água (22-23 de Março de 2007)

http://ec.europa.eu/environment/water/water-framework/index_en.html

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