GRÃO DE AREIA

Dia Mundial dos Oceanos

Posted in Notícias by Artemisa on 8 de Junho de 2014

Começou a ser comemorado apenas a partir de 1992 durante a Rio-92 (earth summit) e, apesar de não ser oficialmente consagrado, acho que merece a atenção de todos por ser, cada vez mais, um recurso sobreexplorado.

planeta azul

desafio da água

serão os oceanos importantes

oceanos um recurso ameaçado

Todas as imagens foram retiradas do seguinte site: http://www.pavconhecimento.pt/visite-nos/programacao/detalhe.asp?id_obj=573%5B/embed%5D

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5 de Junho Dia Mundial do Ambiente

Posted in Notícias by Artemisa on 5 de Junho de 2014

WED_2014_PO_L O dia mundial do ambiente foi proclamado pela assembleia Geral das Nações Unidas em 1972 e é comemorado, desde então, a 5 de Junho.

Esta comemoração tem vários objetivos, entre os quais se destacam: a importância do lado humano nas questões ambientais, capacitar as pessoas a seram agentes ativos no desenvolvimento sustentável, promover a mudança de atitude de indivíduos e comunidades face a problemas abientais e uso dos recursos e, também, assegurar parcerias para que nações e povos possam ter um futuro mais seguro e próspero.

Este ano, Barbados foi o escolhido do Programa das Nações Unidas para o Ambiente para acolher as celebrações globais. A efeméride este ano, chama a atenção para os desafios enfrentados pelos pequenos estados insulares no que diz respeito às alterações climáticas.

barbados

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Dia Mundial da Criança

Posted in Notícias by Artemisa on 1 de Junho de 2010

“O melhor do mundo são as crianças” Fernando Pessoa


Declaração dos Direitos da Criança

Adoptada pela Assembleia das Nações Unidas de 20 de Novembro de 1959

PREÂMBULO

Considerando que os povos da Nações Unidas, na Carta, reafirmaram sua fé nos direitos humanos fundamentais, na dignidade e no valor do ser humano, e resolveram promover o progresso social e melhores condições de vida dentro de uma liberdade mais ampla,

Considerando que as Nações Unidas, na Declaração Universal dos Direitos Humanos, proclamaram que todo homem tem capacidade para gozar os direitos e as liberdades nela estabelecidos, sem distinção de qualquer espécie, seja de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento ou qualquer outra condição,

Considerando que a criança, em decorrência de sua imaturidade física e mental, precisa de protecção e cuidados especiais, inclusive protecção legal apropriada, antes e depois do nascimento,

Considerando que a necessidade de tal protecção foi enunciada na Declaração dos Direitos da Criança em Genebra, de 1924, e reconhecida na Declaração Universal dos Direitos Humanos e nos estatutos das agências especializadas e organizações internacionais interessadas no bem-estar da criança,

Considerando que a humanidade deve à criança o melhor de seus esforços,

A ASSEMBLEIA GERAL

PROCLAMA esta Declaração dos Direitos da Criança, visando que a criança tenha uma infância feliz e possa gozar, em seu próprio benefício e no da sociedade, os direitos e as liberdades aqui enunciados e apela a que os pais, os homens e as melhores em sua qualidade de indivíduos, e as organizações voluntárias, as autoridades locais e os Governos nacionais reconheçam este direitos e se empenhem pela sua observância mediante medidas legislativas e de outra natureza, progressivamente instituídas, de conformidade com os seguintes princípios:

PRINCÍPIO 1º

A criança gozará todos os direitos enunciados nesta Declaração. Todas as crianças, absolutamente sem qualquer excepção, serão credoras destes direitos, sem distinção ou discriminação por motivo de de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento ou qualquer outra condição, quer sua ou de sua família.

PRINCÍPIO 2º

A criança gozará protecção social e ser-lhe-ão proporcionadas oportunidade e facilidades, por lei e por outros meios, a fim de lhe facultar o desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, de forma sadia e normal e em condições de liberdade e dignidade. Na instituição das leis visando este objectivo levar-se-ão em conta sobretudo, os melhores interesses da criança.

PRINCÍPIO 3º

Desde o nascimento, toda criança terá direito a um nome e a uma nacionalidade.

PRINCÍPIO 4º

A criança gozará os benefícios da previdência social. Terá direito a crescer e criar-se com saúde; para isto, tanto à criança como à mãe, serão proporcionados cuidados e protecção especiais, inclusive adequados cuidados pré e pós-natais. A criança terá direito a alimentação, recreação e assistência médica adequadas.

PRINCÍPIO 5º

À criança incapacitada física, mental ou socialmente serão proporcionados o tratamento, a educação e os cuidados especiais exigidos pela sua condição peculiar.

PRINCÍPIO 6º

Para o desenvolvimento completo e harmonioso de sua personalidade, a criança precisa de amor e compreensão. Criar-se-à, sempre que possível, aos cuidados e sob a responsabilidade dos pais e, em qualquer hipótese, num ambiente de afecto e de segurança moral e material, salvo circunstâncias excepcionais, a criança da tenra idade não será apartada da mãe. À sociedade e às autoridades públicas caberá a obrigação de propiciar cuidados especiais às crianças sem família e aquelas que carecem de meios adequados de subsistência. É desejável a prestação de ajuda oficial e de outra natureza em prol da manutenção dos filhos de famílias numerosas.

PRINCÍPIO 7º

A criança terá direito a receber educação, que será gratuita e compulsória pelo menos no grau primário.

Ser-lhe-á propiciada uma educação capaz de promover a sua cultura geral e capacitá-la a, em condições de iguais oportunidades, desenvolver as suas aptidões, sua capacidade de emitir juízo e seu senso de responsabilidade moral e social, e a tornar-se um membro útil da sociedade.

Os melhores interesses da criança serão a directriz a nortear os responsáveis pela sua educação e orientação; esta responsabilidade cabe, em primeiro lugar, aos pais.

A criança terá ampla oportunidade para brincar e divertir-se, visando os propósitos mesmos da sua educação; a sociedade e as autoridades públicas empenhar-se-ão em promover o gozo deste direito.

PRINCÍPIO 8º

A criança figurará, em quaisquer circunstâncias, entre os primeiros a receber protecção e socorro.

PRINCÍPIO 9º

A criança gozará protecção contra quaisquer formas de negligência, crueldade e exploração. Não será jamais objeto de tráfico, sob qualquer forma.

Não será permitido à criança empregar-se antes da idade mínima conveniente; de nenhuma forma será levada a ou ser-lhe-á permitido empenhar-se em qualquer ocupação ou emprego que lhe prejudique a saúde ou a educação ou que interfira em seu desenvolvimento físico, mental ou moral.

PRINCÍPIO 10º

A criança gozará proteção contra atos que possam suscitar discriminação racial, religiosa ou de qualquer outra natureza. Criar-se-á num ambiente de compreensão, de tolerância, de amizade entre os povos, de paz e de fraternidade universal e em plena consciência que seu esforço e aptidão devem ser postos a serviço de seus semelhantes.

***

Por outro lado, a Convenção sobre os Direitos da Criança foi adoptada pela Assembleia Geral nas Nações Unidas em 20 de Novembro de 1989, 30 anos depois de terem sido definidos os princípios fundamentais e ratificada por Portugal em 21 de Setembro de 1990.

Para ler na íntegra, clique aqui.

Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor

Posted in Notícias by Artemisa on 23 de Abril de 2010

“A leitura de um bom livro é um diálogo incessante: o livro fala e a alma responde.”

André Maurois

No dia 23 de Abril de 1616 faleceram Cervantes, Shakespeare e o Inca Garcilaso de la Vega. Na mesma data nasceram – ou morreram – outros escritores eminentes como Maurice Druon, K. Laxness, Vladimir Nabokov, Josep Pla ou Manuel Mejía Vallejo.

Por este motivo, a data tão simbólica para a literatura universal foi escolhida pela Conferência Geral da UNESCO para prestar uma homenagem mundial ao livro e aos seus autores, e estimular todos, em particular os mais jovens, a descobrir o prazer da leitura e respeitar a valiosa contribuição dos criadores do progresso social e da cultura e, assim a partir de 1996 foi  oficialmente instituído o dia 23 de Abril como o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor. A ideia desta celebração começa na Catalunha, onde neste dia é tradição dar uma rosa a quem compra um livro.

O Dia Mundial do livro é, hoje em dia, comemorado em todo o mundo com diversas iniciativas, quer por parte das entidades oficiais, quer mesmo pelas entidades particulares como livrarias ou papelarias, até pelo lado comercial que também lhe está inerente.

Seja em livrarias, escolas, bibliotecas, através de conferências, seminários, exposições, debates, feiras do livro ou simplesmente um espaço aberto para se contar e ouvir uma história, o fundamental é haver divulgação da importância e da diferença que uma leitura pode ter.

Um livro pode influenciar uma vida, uma decisão, pode criar um sonho ou matá-lo.

Alimenta a Razão com saber, conhecimento e cultura.

Desenvolve o nosso espírito crítico, a imaginação, a criatividade, o entendimento do que nos rodeia.

Ajuda-nos a pensar, a reflectir, a descobrir, a investigar.

Faz-nos divertir, viajar, descontrair.

Estimula a aculturação, adaptação, integração e estruturação da nossa personalidade.

Ler é essencial. Através da leitura, testamos os nossos próprios valores e experiências com as dos outros. No final de cada livro ficamos enriquecidos com novas experiências, novas ideias, novas pessoas. Eventualmente, ficaremos a conhecer melhor o mundo e um pouco melhor de nós próprios.

Nada desenvolve mais a capacidade verbal que a leitura de livros. Na escola aprendemos gramática e vocabulário. Contudo, essa aprendizagem nada é comparada com o que se pode absorver de forma natural e sem custo através da leitura regular de livros.

Termino como comecei…

“Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever – inclusive a sua própria história.”

Bill Gates

Dia Mundial da Água

Posted in Notícias by Artemisa on 22 de Março de 2010

Cartaz Oficial em Português do Dia Mundial da Água

Foi em 1993 que as Nações Unidas instituíram  um dia Internacional dedicado à água, com o intuito de alertar a população mundial para um correcto, equilibrado e eficiente uso de um bem, considerado pela maioria, como um recurso renovável mas que se torna, cada vez mais, um bem raro, caro e de qualidade escassa, a que ainda muitos (infelizmente), não têm acesso.

No seguimento das comemorações do Dia Internacional da Água “a  Comissão Europeia publicou, hoje, um relatório sobre o desempenho dos Estados-Membros da União Europeia na implementação da Directiva-Quadro no domínio da água. O objectivo desta directiva é garantir um bom nível de qualidade da água em todos os rios, lagos, estuários, águas costeiras e águas subterrâneas da União Europeia até 2015. Embora os resultados do relatório não sejam totalmente claros, é óbvio que Estados-Membros devem desenvolver mais esforços para alcançarem o objectivo da directiva. Contudo, a Comissão está convicta de que é possível atingi-lo até 2015. A Comissão lança hoje igualmente o Sistema de Informação sobre a Água para a Europa.

Sistema de Informação da Água para a Europa

Trata-se de um portal Web desenvolvido em conjunto com a Agência Europeia do Ambiente que reúne uma vasta gama de dados relativos à água em toda a União Europeia”.

Os dados da Organização Mundial de Saúde relativos ao acesso mundial à água potável e saneamento básico, são assustadores…mais de 1 bilião de pessoas não têm acesso a um sistema de água potável e cerca de 2,6 biliões, não têm qualquer ligação a um sistema de saneamento básico. As regiões que registam maiores problemas e dificuldades a estes níveis, são também aquelas que apresentam um menor índice de desenvolvimento – África, Ásia, América Latina e Caraíbas.

Percentagem de população mundial, com acesso a água potável, em 2002

Fonte: World Health Report (WHO, 2004) in WWDR2, 'Water, a shared responsibility' (UNESCO-WWAP, 2006)

Percentagem de população mundial, com acesso a saneamento básico, em 2002

Fonte: World Health Report (WHO, 2004) in WWDR2, 'Water, a shared responsibility' (UNESCO-WWAP, 2006)

Cabe a cada um de nós, enquanto cidadãos do mundo que se quer cada vez mais responsável pelos seus actos, decidir o mundo que quer deixar aos nossos filhos e netos.

Para mais informações:

Directiva-Quadro no domínio da água

http://ec.europa.eu/environment/water/water-framework/index_en.html

Sistema de Informação sobre a Água para a Europa

http://water.europa.eu

Conferência Europeia sobre a Água (22-23 de Março de 2007)

http://ec.europa.eu/environment/water/water-framework/index_en.html

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